quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

As férias

Após cansáveis 4 meses de trabalho, finalmente pude tirar uma folga ( se é que uma semana conta como férias). Mas tudo bem, antes férias de uma semana do que ficar de plantão, quando todo mundo está festejanto...
Planejei uma viagem para uma cidadezinha localizada próxima a Paraty, chamada Ponta Negra. Estava tudo acertado, onde iríamos ficar e tudo mais. Fomos dia 25, bem cedo... No Natal a estrada fica tranquila, com poucos caminhões... Mesmo assim pegamos chuva quase que a viagem inteira. Logo depois de Rio Claro, a visibilidade era quase nula. veja no vídeo:
video
Chegando no condomínio das Laranjeiras (próximo de Trindade), deixei o carro no quintal de uma casa, e fomos de kombi até o local onde pegaríamos o barco a motor, para nos levar até a praia. Cheio de malas e mantimentos (porque lá não tem luz, telefone, água, rua, sinal para celular, gelo, etc) pegamos o barco, que nos deixou em Ponta Negra. Ao desembarcar, umas QUINHENTAS crianças se debruçaram no barco e pegaram TODAS as nossas coisas, e nos levaram até a casa que iríamos ficar. Foi engraçado até começarem a gritar: " Dinheiro! Dinheiro! Dinheiro!"... E sem exagero, começaram a gritar MESMO! Após muitas moedas, elas se foram, satisfeitas... O lusco-fusco tomou conta do ambiente. Não se enchergava mais nada (ainda mais eu, que não enchergo bulufas à noite), e então tivemos a brilhante idéia de abrir a vodka - connecting people, que havíamos trazido (acredite, não levamos só uma, não!), e encher a cara. Foi aí que bateu a fome... Então resolvemos descer até a praia e verificar se havia algum bar aberto (Só existem 3 bares em Ponta Negra, e só). O bar da Fátima estava aberto, e ela disse que prepararia um jantar para nós, recém-chegados... Achei ótima a idéia porque, além de bêbado, estava morrendo de fome. Foi um banquete e tanto... Mas fui com tanta sede ao pote, que acabou acontecendo um desastre... Entre uma garfada e outra, escutei um estalo... Meu dente havia quebrado... E era o dente da frente!!! Mas fazer o quê? O máximo que eu podia fazer era rir... E nós rimos muito da situação. Nada que uma colinha Super Bonder não resolva. Após risadas e gargalhadas, voltamos para casa e dormimos...
O Resto dos dias foi seguido de mergulhos, caminhadas, e muitas outras coisas divertidas e engraçadas que contarei em outra oportunidade...

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